Amar na impermanência

Quando você pegar aquele trem
povoado de novos sons, novas cores
Um mundo outro que desliza na janela

Quero ser uma risada
que pousa na paisagem
num galho de árvore em Chiang Mai

Uma sensação que percorre seu corpo
sem nome, sem rosto
Para então voar pelo vento de lá
Ao lado de passarinhos que nunca vi por aqui

Porque aqui, seus sons vão dançar
pelas minhas músicas, pelo café recém-coado

E sem me dar conta, a sensação de você
também vai percorrer meu corpo
– quem sabe até terminar
num sorriso de Charlie Brown

Quando você pegar aquele trem
Olhando pela minha janela
Impermaneço

publicado originalmente no Serendipitando
Imagens da artista tailandesa Supmanee Chai

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