O artista se move. O artista contempla. É atraído pelas miudezas ou pelas coisas grandes, por coisas que não existem ou que vem de dentro. O artista tem fome do mundo.

No Espaço Húmus, a arte é cotidiano sensorial. Reunimos um acervo de artistas pelo afeto. O desejo é pela inquietação individual de quem pinta, fotografa, dança e produz. O Espaço Húmus tem fome da curiosidade.

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Álbuns

Álbuns

Nilbar Gures, Unknow Sports 2, 2009

Artes Visuais

Nilbar Güres

É esmurrar o que já foi esmurrado, repetidamente, com o punho coberto por um véu estampado de ironias e provocações. O trabalho de Nilbar Güreş tem a acidez de uma cebola.

8 de agosto de 2014

Arte

Arte

quadradinho

Exposição

Exposição Grimm Agreste no Sesc Interlagos

Brasil

O SESC Interlagos abrigou em braços largos a exposição Grimm Agreste. Num primeiro instante, pode causar estranheza esse ensopado. O que as princesas melindrosas tem a ver com a seca dourada do sertão? Os contos de fada perpassam por questão tocantes tanto ao Cariri quanto a Berlim, então, essa mistura vai fazendo lentamente sentido.

31 de julho de 2014

Álbuns

Álbuns

J Borges, Coração de Artista

Artes Visuais

J Borges

As histórias de J. Borges contam as alegrias de uma população com um sol muito pleno. Falam sobre o amor, o diabo e o dragão, mas principalmente, falam de um Brasil que precisa é de mais janela como essas que ele abre.

29 de julho de 2014

Álbuns

Álbuns

Barbara Kruger, I am therefore I shop, 1989

Artes Visuais

Barbara Kruger

Barbara é uma narradora briguenta que fala diretamente ao espectador ligeiramente desconfortável ante uma verdade tão simples: a vida não pode ser simplesmente o que escolheram imprimir numa revista.

22 de julho de 2014

Arte

Arte

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Perfil

Alícia Peres

Todo tempo a rua se oferece. Nela as coisas caem, são esquecidas e livram-se dos bolsos. Cada coisa é uma história com voz miúda que grita quando arrastada pela força dos sapatos e dos carros. Existem ouvidos especiais, sensíveis às delicadezas em meio ao caos. Os ouvidos debaixo dos cachos ruivos de Alícia Peres ganham presentes. Ela escuta-os, olha para baixo, a rua faz uma oferenda. Com luvas de boxe abandonadas e cigarros de palha sem lábios, a fotógrafa cria sua “Arqueologia do Desejo”.

16 de julho de 2014

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