O Espaço Húmus vê a cultura como um processo de germinação intenso: germinação de hábitos, de identidades e de expressões.

Falamos das coisas que estão introjetadas no cotidiano e também daquelas que às vezes ficam escondidas e que merecem mais atenção. Cultura é aquilo que fazemos para sermos quem somos.

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Série Tão Longe Tão Perto

Joana Lira

Se na linha do equador existe magia, ela manifesta-se pela luz. Que sortudos são os lugares próximos, pois a luz dessa peculiar geografia desce para revelar cores. É um azul chapado do céu, o ocre sem surpresas que vara a terra. É o vermelho apaixonado de quem trabalha e deixa-se trabalhar com a intensidade. São as cores da ilustradora Joana Lira.

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Série Tão Longe Tão Perto

Ermínia Maricato

Você diria que sua cidade dança, ou que sua rua ferve? Ou o espaço urbano, que é seu, não se engane, é de um marasmo triste à noite, de uma ebulição descabida de dia, e parece cada vez mais se atrofiar como organismo e crescer como concreto? A urbanista Ermínia Maricato não se conforma com o conformismo de todos com a morte mais do que evidente das cidades.

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Série Tão Longe Tão Perto

Lirinha

Foi mais um sarau do que uma entrevista, como entrar nas abas de um livro. Há muito tempo que a poesia é mais do que métricas e rimas. Ela se desfaz, não contém a vontade saltitante das palavras. O músico e poeta Lirinha fala sobre raízes e poesia.

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Série Tão Longe Tão Perto

Salloma Salomão – Reescrever a história

Para se falar uma história de identidade, é preciso um resgate profundos nos maiores confins, porque a história foi escrita porque quem tem costume de ocultar. É uma história plenamente aceita, como se tudo fosse terminar no branco, num mundo eurocêntrico que orbita em torno de si mesmo e classifica tudo que está na borda como exótico. Salloma insiste na necessidade de cavucar nas raízes do intelectual negro, das comunidades negras e seus levantes artísticos.

Cultura

Cultura

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Série Feminismo

Kiusam de Oliveira – Série Feminismo

O trabalho de Kiusam de Oliveira é trabalho de braço e de poesia. Braço porque o Brasil é um país racista e é na luta diária, na luta do professor e do livro aberto que se podem minar preconceitos que começam justamente na infância. E de poesia porque Kiusam tem a voz macia e a prosa solta para falar das belezas e da força da cultura afro-brasileira, criando princesas e príncipes em livros para crianças que não encontram representação em lugar algum.

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