Érica Ferrari

A cidade, seus desdobramentos arquitetônicos e os rios invisíveis que passam sob ela são a força motriz das estruturas da artista plástica Erica Ferrari. Oriunda da balburdia férrea e colorida que é a metrópole de São Paulo, Erica explora em suas obras a agressividade do processo de urbanização, e tudo que ele engole e constrói. Ter participado do Grupo Hóspede, coletivo que discute arquitetura e urbanidade e seus impactos humanos, foi importante no processo de desenvolvimento da leitura de sua obra e de como o público a vê.

As esculturas, com referências materiais e formais do mobiliário doméstico, utilizam a fórmica, que é uma espécie de laminado, como uma pintura, remetendo as paisagens urbanas e seus labirintos naturais.A bidimensionalidade conseguida através da fórmica dialoga com a tridimensionalidade do objeto e a possibilidade múltipla dos ângulos.

Na mostra Corpos D’Água, exposta no último mês na Galeria Emma Thomas, as estruturas traçavam um panorama do mapa hidrográfico de São Paulo e a radicalidade da alteração de seus cursos. Essas relações dicotômicas entre cidade e alteração fazem parte do processo criativo de Erica.

Imagens: Bruno Rizzo, Charles Naseh e Marcello Miranda Castilho.

Trilha Sonora: Feist – Undiscovered First

http://emmathomas.com.br/artista/erica-ferrari/

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