A mulher negra que é forte e absoluta. É a voz do rap feminino – e rap não precisa ser feminino, rap já é da mulher, como é tudo em que ela se coloca e se expõe. Menina mulher da pele preta, dos brincos que cintilam, canta sobre o cotidiano de delícias e lutas de ter nascido mulher. É a mulher guerreira, que transa, que trabalha, que se traja e se enfeita. É feminista, mas é no jeito dela; é uma militância de humor e lantejoula.

As letras de Karol Conká são carregadas de um otimismo e leveza que geralmente não se vê no rap brasileiro. É um cotidiano cantado, protagonizado por uma mulher que tem plenas rédeas de seu destino, é diva, se diverte, e pode tudo. Principalmente libertar-se sexualmente;  ela não fala só de amor, canta menos de amor, mais de sexo, da mulher que deita lânguida e fala para o homem lavar a louça. É uma inversão de papeis boa e necessária de se ver.

E não é só a mulher que transa, mas a mulher que é negra e tem orgulho de suas raízes e sua cor. Karol Conká diz que quando era mais nova ouvia Erykah Badu e que gostaria muito de ter escutado uma mulher representando o rap negro e brasileiro. Hoje mais do que nunca ela é essa mulher, e sua voz ecoa os direitos da mulher em todos os aspectos e que já deveriam ser inquestionáveis.

Mais sobre a Karol Conká aqui.

Confira outros vídeos da nossa Série Feminismo aqui.

 

 

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